Notícia: Filipinos tentam escapar do tufão Koppu

Filipinos tentam escapar do tufão Koppu


Homem segura um porco emu ma boia em uma estrada alagada após a passagem do tugão Koppu, em Santa Rosa, nas Filipinas.

Filipinos refugiados nos telhados de suas casas inundadas aguardavam por ajuda nesta segunda-feira (19), ao mesmo tempo que o tufão Koppu devastava a região norte do país pelo segundo dia
O tufão, que tocou a terra no domingo (18) na costa oriental de Luzon, a principal ilha das Filipinas, deixou ao menos 16 mortos e obrigou milhares de pessoas a abandonar suas casas.

Entre elas figuram sete pessoas que morreram quando uma balsa virou, três residentes da província costeira na qual Koppu tocou terra na manhã de domingo e um menino que foi atingido pela queda de uma árvore, indicaram as autoridades locais e nacionais.

O Koppu se deslocava lentamente para o norte. O tufão perdeu força nas últimas horas, mas ainda provoca chuvas torrenciais e inundações ao norte de Manila.

Quase 70 localidades estão inundadas, anunciou Nigel Lontoc, diretor adjunto da Segurança Civil regional.

"As águas sobem depressa e algumas pessoas estão nos telhados das casas", declarou Nigel Lontoc à AFP.
"As águas são muito profundas para os caminhões militares e os socorristas tentam chegar aos locais em botes", disse.

Milhares de moradores provavelmente estão retidos nas localidades inundadas e Segurança Civil tem apenas 10 equipes disponíveis no momento, informou Lontoc.

Quase 19.000 pessoas permaneciam nesta segunda em centros de refúgio temporários.
O Koppu atingiu o país com rajadas de vento de 210 km/h. Nesta segunda-feira, o tufão estava sobre a localidade setentrional de Bantay e as rajadas caíram para 150 km/h. A tempestade deve passar acima das cordilheiras antes de se afastar de Luzon na quarta-feira.

O governo confirmou o balanço de dois mortos até o momento, um adolescente de 14 anos em Manila e uma mulher de 62 anos na província de Zambales. As escolas permanecem fechadas na capital Manila.

Fonte: G1
Foto: Erik de Castro/Reuters
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